O número de pessoas acometidas por cegueira é cada vez maior. De 1990 até 2015 foram mais de 5 milhões de novos casos de doenças moderadas e graves, um aumento de 36% no número total, além dos mais de 200 milhões de cidadãos ao redor do mundo vítimas de algum problema na visão.
A boa notícia é que a maioria dessas comorbidades são tratáveis se diagnosticadas a tempo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 80% dos casos de cegueira poderiam ser evitados com prevenção adequada e diagnóstico precoce.
Neste artigo, você vai conhecer as quatro principais doenças oculares que causam perda de visão no mundo, seus sintomas, fatores de risco e, mais importante, como prevenir e tratar cada uma delas. A informação é o primeiro passo para proteger sua visão e qualidade de vida.
Índice
- 1. Catarata: A Principal Causa de Cegueira Reversível
- 2. Degeneração Macular: Perda da Visão Central
- 3. Glaucoma: O Ladrão Silencioso da Visão
- 4. Retinopatia Diabética: Quando o Diabetes Afeta os Olhos
- Prevenção é Fundamental
- Perguntas Frequentes
1. Catarata: A Principal Causa de Cegueira Reversível
O que é?
A catarata é o envelhecimento natural do cristalino, a lente transparente localizada atrás da íris (parte colorida do olho). Com o tempo, as proteínas que compõem o cristalino se deterioram e se aglutinam, resultando no turvamento dessa estrutura e impedindo a passagem adequada da luz.
É a principal causa de cegueira reversível no mundo, afetando milhões de pessoas, especialmente após os 60 anos. No Brasil, estima-se que mais de 2 milhões de pessoas convivam com algum grau de catarata.
Como acontece?
A catarata pode se desenvolver por diferentes motivos:
Causas Principais
- Envelhecimento natural: O fator mais comum, afetando praticamente todas as pessoas após os 70 anos
- Uso prolongado de corticoides: Medicamentos à base de cortisona podem acelerar o processo
- Traumas oculares ou na região da cabeça: Lesões podem causar catarata traumática
- Infecções oculares: Algumas infecções podem danificar o cristalino
- Exposição excessiva aos raios UV: A radiação solar acumulada ao longo da vida acelera o envelhecimento do cristalino
- Diabetes: Pessoas diabéticas têm risco aumentado de desenvolver catarata precocemente
Quais os sintomas?
Os sintomas da catarata se desenvolvem gradualmente e podem incluir:
- Visão embaçada ou nebulosa, como se estivesse olhando através de um vidro sujo ou embaçado
- Aumento da sensibilidade à luz (fotofobia) e dificuldade para dirigir à noite devido aos reflexos dos faróis
- Percepção de halos ao redor de luzes, especialmente lâmpadas e faróis de carros
- Perda progressiva da visão, com dificuldade crescente para ler, assistir TV ou reconhecer rostos
- Cores que parecem desbotadas ou amareladas, perda do brilho das cores
- Necessidade frequente de trocar o grau dos óculos, pois a visão continua piorando
Como evitar?
Embora o envelhecimento seja inevitável, você pode retardar o desenvolvimento da catarata:
- Use óculos de sol com proteção UV 400: Os raios ultravioleta são um dos principais fatores de risco. Escolha óculos que bloqueiem 100% dos raios UVA e UVB
- Proteja-se também em dias nublados: A radiação UV atravessa as nuvens
- Controle doenças crônicas: Mantenha diabetes e hipertensão sob controle
- Evite fumar: O tabagismo acelera significativamente o desenvolvimento de catarata
- Tenha uma alimentação rica em antioxidantes: Vitaminas C e E, carotenoides e ômega-3 podem ajudar a proteger o cristalino
Genética importa: Se há histórico familiar de catarata, você tem maior predisposição. Reforce os cuidados preventivos e faça exames oftalmológicos regulares após os 40 anos.
É reversível?
Não existe nenhum tratamento clínico, medicamento ou colírio que reverta a catarata. A única solução efetiva é a cirurgia de catarata, um dos procedimentos cirúrgicos mais seguros e realizados no mundo.
Durante a cirurgia, o cristalino opaco é removido e substituído por uma lente intraocular artificial. O procedimento é rápido (cerca de 15-20 minutos), feito com anestesia local (apenas colírios), e a recuperação é geralmente rápida, com melhora significativa da visão em poucos dias.
Na Verlux Oftalmologia, realizamos cirurgias de catarata com tecnologia de ponta e oferecemos diversas opções de lentes intraoculares, incluindo lentes premium que corrigem múltiplos problemas de visão simultaneamente.
2. Degeneração Macular: Perda da Visão Central
O que é?
A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é uma doença caracterizada pelo desgaste ou lesão da mácula, a região central da retina responsável pela visão de detalhes e cores. Está fortemente vinculada à idade e é mais comum em pessoas acima de 50 anos, especialmente após os 65 anos.
É uma das principais causas de perda severa de visão em idosos nos países desenvolvidos, afetando milhões de pessoas globalmente.
Como acontece?
Os casos mais comuns estão relacionados ao desgaste natural da mácula com o envelhecimento. Outros fatores de risco incluem:
- Idade avançada: O risco aumenta significativamente após os 60 anos
- Deficiências nutricionais: Falta de vitaminas antioxidantes e ômega-3
- Exposição à luz ultravioleta: Danos acumulados pela radiação UV ao longo da vida
- Hipertensão arterial: Pressão alta pode danificar os vasos sanguíneos da retina
- Tabagismo: Fumantes têm risco até 4 vezes maior de desenvolver DMRI
- Histórico familiar: A genética desempenha papel importante
- Obesidade e sedentarismo: Aumentam o risco de progressão da doença
Quais os sintomas?
A degeneração macular afeta especificamente a visão central, causando:
Sintomas Característicos
Perda gradual do campo central da visão: Dificuldade progressiva para ler, mesmo com óculos adequados. As letras podem parecer distorcidas ou haver uma mancha escura no centro do campo visual.
Dificuldade em ver objetos com nitidez: Rostos de pessoas ficam difíceis de reconhecer, tarefas como costurar ou cozinhar tornam-se desafiadoras.
Linhas retas parecem onduladas: Um sinal precoce importante - se linhas retas (como batentes de portas ou linhas de azulejos) parecem distorcidas, procure um oftalmologista imediatamente.
Como evitar?
Você pode reduzir significativamente o risco de degeneração macular através de:
- Hábitos alimentares saudáveis: Dieta rica em vegetais verde-escuros (espinafre, couve, brócolis), peixes de água fria (salmão, sardinha) ricos em ômega-3, e frutas coloridas
- Uso regular de óculos de sol com proteção UV: Proteção constante contra raios ultravioleta
- Não fumar ou parar de fumar: O tabagismo é um dos principais fatores de risco modificáveis
- Controle de peso e exercícios regulares: Obesidade e sedentarismo aumentam o risco
- Controle da pressão arterial e colesterol: Hipertensão e colesterol alto danificam os vasos da retina
- Suplementação vitamínica: Em casos de alto risco, o oftalmologista pode recomendar suplementos específicos (fórmula AREDS2)
É reversível?
A degeneração macular não é reversível - o dano à mácula é permanente. Porém, a doença é tratável e pode ter sua progressão retardada ou estabilizada através de:
- Terapia fotodinâmica: Tratamento com laser especial
- Injeções intraoculares de medicamentos anti-VEGF: Para a forma úmida da doença, que é mais agressiva
- Suplementação vitamínica: Fórmulas específicas podem retardar a progressão nos estágios iniciais
- Reabilitação visual: Recursos e dispositivos para maximizar a visão residual
Detecção precoce é crucial: Quanto mais cedo a DMRI for diagnosticada, melhores as chances de preservar a visão funcional. Faça exames oftalmológicos regulares após os 50 anos, especialmente se houver fatores de risco.
3. Glaucoma: O Ladrão Silencioso da Visão
O que é?
O glaucoma é uma doença crônica em que as células do nervo óptico morrem progressivamente, geralmente causada pelo aumento da pressão intraocular. O nervo óptico é responsável por transmitir as informações visuais do olho para o cérebro, e uma vez danificado, não pode ser regenerado.
É chamado de “ladrão silencioso da visão” porque geralmente não causa sintomas até que já tenha ocorrido perda significativa e irreversível da visão.
Como acontece?
O glaucoma tem forte componente hereditário e se caracteriza principalmente por:
- Histórico familiar: Se pais ou irmãos têm glaucoma, seu risco aumenta de 4 a 9 vezes
- Aumento da pressão ocular: Quando o líquido que preenche o olho (humor aquoso) não drena adequadamente
- Idade: O risco aumenta significativamente após os 40 anos
- Etnia: Pessoas de ascendência africana têm risco maior
- Miopia alta: Olhos muito alongados têm maior predisposição
- Uso prolongado de corticoides: Alguns medicamentos podem elevar a pressão ocular
- Diabetes e hipertensão: Doenças vasculares aumentam o risco
Quais os sintomas?
Na forma mais comum (glaucoma de ângulo aberto), o glaucoma geralmente não causa sintomas até estágios avançados. A perda de visão periférica ocorre gradualmente e o cérebro compensa, fazendo a pessoa não perceber o problema.
Sintomas Raros (em formas agudas)
Em casos de glaucoma de ângulo fechado (forma aguda e menos comum), podem ocorrer:
- Visão embaçada súbita
- Dor ocular intensa
- Dor de cabeça severa
- Náuseas e vômitos
- Halos coloridos ao redor de luzes
Esta é uma emergência médica - procure atendimento imediatamente!
Como evitar?
A melhor forma de prevenir a perda de visão por glaucoma é através da detecção precoce:
- Medição regular da pressão ocular: Deve ser feita em todos os exames oftalmológicos de rotina
- Exames oftalmológicos anuais: Especialmente após os 40 anos ou se houver fatores de risco
- Exame de fundo de olho: Para avaliar a saúde do nervo óptico
- Campimetria visual: Teste que mapeia o campo visual e detecta perdas periféricas
- Histórico familiar: Informe seu oftalmologista se há casos de glaucoma na família
É reversível?
O glaucoma não é reversível - o dano ao nervo óptico e a perda de visão são permanentes. Porém, a perda adicional de visão é evitável através de tratamento adequado:
- Colírios hipotensores: Medicação diária para reduzir a pressão intraocular
- Trabeculoplastia a laser: Procedimento que melhora a drenagem do humor aquoso
- Cirurgias: Nos casos em que colírios e laser não são suficientes, cirurgias podem criar novas vias de drenagem
Com tratamento adequado e acompanhamento regular, a maioria das pessoas com glaucoma consegue preservar a visão funcional por toda a vida. A chave é o diagnóstico precoce e a adesão ao tratamento.
4. Retinopatia Diabética: Quando o Diabetes Afeta os Olhos
O que é?
A retinopatia diabética é uma complicação do diabetes que afeta os vasos sanguíneos da retina. É a maior causa de perda de visão em pessoas em idade produtiva (20 a 65 anos) entre os diabéticos, e uma das principais causas de cegueira evitável.
Quanto mais tempo a pessoa tem diabetes e quanto pior o controle da glicemia, maior o risco de desenvolver retinopatia. Estima-se que após 20 anos de diabetes, quase todos os diabéticos tipo 1 e mais de 60% dos tipo 2 terão algum grau de retinopatia.
Como acontece?
A retinopatia diabética ocorre pelos efeitos do aumento crônico da glicemia (açúcar no sangue) sobre os pequenos vasos sanguíneos da retina:
- Glicemia elevada e descontrolada: O principal fator de risco
- Tempo de diabetes: Quanto maior a duração da doença, maior o risco
- Hipertensão arterial associada: Pressão alta acelera o dano vascular
- Colesterol e triglicerídeos elevados: Agravam o quadro vascular
- Gravidez: Pode acelerar a progressão da retinopatia em diabéticas
- Tabagismo: Prejudica ainda mais a circulação sanguínea
Quais os sintomas?
Nos estágios iniciais, a retinopatia diabética não causa sintomas, sendo detectada apenas em exames de fundo de olho. Por isso, todo diabético deve fazer exame oftalmológico regular, mesmo sem queixas visuais.
Em fases avançadas, podem surgir:
- Dificuldade visual para leitura: Visão embaçada ou distorcida
- Manchas escuras ou “moscas volantes”: Podem indicar sangramento na retina
- Perda súbita de visão: Em casos de hemorragia vítrea grave
- Dificuldade para enxergar cores: Perda de contraste
ATENÇÃO DIABÉTICOS: Mesmo com visão perfeita, você DEVE fazer exame de fundo de olho anualmente. A retinopatia é silenciosa nos estágios iniciais, quando o tratamento é mais eficaz. Não espere sintomas aparecerem!
Como evitar?
A prevenção da retinopatia diabética depende fundamentalmente do controle rigoroso do diabetes:
- Controle da glicemia: Manter hemoglobina glicada (HbA1c) abaixo de 7%
- Controle da pressão arterial: Manter pressão abaixo de 140/90 mmHg (ou conforme orientação médica)
- Controle de colesterol e triglicerídeos: Dislipidemia agrava o quadro vascular
- Exames oftalmológicos regulares: Anuais para todos os diabéticos, semestrais se houver retinopatia
- Não fumar: O tabagismo agrava drasticamente as complicações vasculares do diabetes
- Estilo de vida saudável: Alimentação equilibrada, exercícios físicos, controle de peso
É reversível?
A retinopatia diabética em estágios iniciais pode ser estabilizada com controle rigoroso do diabetes. Em estágios mais avançados, existem tratamentos eficazes para prevenir progressão e, em alguns casos, recuperar parte da visão:
- Fotocoagulação a laser: Tratamento padrão para retinopatia proliferativa
- Injeções intraoculares de anti-VEGF: Medicamentos que reduzem o inchaço e o crescimento anormal de vasos
- Vitrectomia: Cirurgia indicada para casos com hemorragia vítrea ou descolamento de retina
O sucesso do tratamento depende do estágio da doença. Quanto mais precoce o diagnóstico, melhores os resultados. Por isso, o acompanhamento oftalmológico regular é absolutamente essencial para todo diabético.
Prevenção é Fundamental
Dentre todas as dicas para evitar as doenças apresentadas acima, uma é indispensável: realizar exames periódicos com um oftalmologista.
A maioria das doenças oculares graves não causa sintomas nos estágios iniciais, quando o tratamento é mais eficaz. Quando a pessoa percebe problemas na visão, frequentemente o dano já está avançado. Exames de rotina permitem:
- Detecção precoce: Identificar problemas antes que causem sintomas ou danos irreversíveis
- Tratamento no momento certo: Intervenções precoces são mais eficazes e menos invasivas
- Prevenção de complicações: Evitar progressão para estágios avançados
- Preservação da qualidade de vida: Manter independência e capacidade de realizar atividades diárias
Quando Fazer Exames Oftalmológicos?
- Até 40 anos sem sintomas: Exame a cada 2-4 anos
- Após 40 anos: Exame anual para todos
- Diabéticos: Exame anual obrigatório, independente da idade
- Histórico familiar de glaucoma ou DMRI: Exame anual após os 35 anos
- Com sintomas visuais: Consulta imediata, não espere
Exames Disponíveis na Verlux
Aqui na Verlux Oftalmologia, você encontra todos os equipamentos e exames necessários para identificar essas e outras comorbidades oculares:
- Mapeamento de retina digital
- Tonometria (medição da pressão ocular)
- Campimetria computadorizada (campo visual)
- OCT (tomografia de coerência óptica) de alta resolução
- Angiografia fluoresceínica e com indocianina verde
- Retinografia
- E muito mais
Nossa equipe de especialistas está preparada para diagnosticar e tratar todas as condições apresentadas neste artigo, utilizando tecnologia de ponta e protocolos atualizados baseados em evidências científicas.
Agende sua consulta e cuide da saúde dos seus olhos. A prevenção é sempre o melhor caminho.
Perguntas Frequentes
A frequência depende da idade e fatores de risco:
- Até 40 anos sem fatores de risco: A cada 2-4 anos
- Após 40 anos: Anualmente para todos
- Diabéticos: Exame anual obrigatório, independente da idade
- Histórico familiar de glaucoma ou degeneração macular: Exame anual após os 35 anos
- Miopia alta, uso de corticoides ou outras condições: Conforme orientação do oftalmologista
Mesmo com visão perfeita, exames regulares são essenciais porque muitas doenças são silenciosas nos estágios iniciais.
Não é possível prevenir todas as doenças oculares, pois fatores como envelhecimento e genética não podem ser controlados. No entanto, você pode reduzir significativamente os riscos através de:
- Exames oftalmológicos regulares para detecção precoce
- Proteção adequada contra raios UV (óculos de sol)
- Controle de doenças crônicas (diabetes, hipertensão)
- Alimentação rica em antioxidantes e ômega-3
- Não fumar
- Exercícios físicos regulares
Mesmo quando a prevenção não é possível, o diagnóstico precoce permite tratamento mais eficaz e preservação da visão.
A maioria dos tratamentos oftalmológicos modernos é minimamente desconfortável:
- Cirurgia de catarata: Feita com anestesia local (colírios), sem dor durante o procedimento
- Injeções intraoculares: Realizadas com anestesia tópica, causam apenas leve pressão
- Laser: Geralmente indolor ou com desconforto mínimo
- Colírios para glaucoma: Aplicação indolor, podem causar leve ardência em alguns casos
Qualquer desconforto durante procedimentos é temporário e geralmente bem tolerado. Não deixe o medo impedir seu tratamento - a perda de visão é muito pior do que qualquer desconforto momentâneo.
A cobertura varia conforme o plano, mas a maioria dos planos de saúde cobre:
- Consultas oftalmológicas
- Exames diagnósticos básicos
- Cirurgia de catarata (com lentes monofocais)
- Tratamentos para glaucoma (colírios, laser, cirurgia)
- Tratamentos para retinopatia diabética
- Injeções intraoculares em casos cobertos pela ANS
Importante: Lentes intraoculares premium (multifocais, tóricas) geralmente têm cobrança adicional. Na Verlux, nossa equipe ajuda a verificar sua cobertura e esclarecer dúvidas sobre valores e autorizações.
Sim, absolutamente! Mesmo que já tenha ocorrido alguma perda de visão:
- O tratamento pode estabilizar a doença e prevenir perda adicional
- Em alguns casos (como retinopatia diabética e DMRI úmida), é possível recuperar parte da visão
- Existem recursos de reabilitação visual que ajudam a maximizar a visão residual
- Prevenir piora é fundamental para manter independência e qualidade de vida
Nunca é tarde para buscar tratamento. A perda de visão já ocorrida não pode ser desfeita na maioria dos casos, mas impedir que piore faz toda a diferença na qualidade de vida.
Sim, é bastante comum, especialmente em idosos e diabéticos. Por exemplo:
- Uma pessoa diabética pode ter catarata + retinopatia diabética + glaucoma simultaneamente
- O envelhecimento pode causar catarata + degeneração macular no mesmo paciente
- Algumas condições aumentam o risco de outras (diabetes aumenta risco de catarata e glaucoma)
Por isso os exames oftalmológicos completos são essenciais - o médico avalia todas as estruturas oculares e pode identificar múltiplos problemas em uma mesma consulta. O plano de tratamento será individualizado para suas necessidades específicas.
Aviso Médico: Este artigo tem caráter informativo e não substitui a consulta com um profissional de saúde. Para diagnóstico e tratamento adequados, agende uma consulta com um oftalmologista. As informações aqui apresentadas são baseadas em consensos científicos atuais, mas cada caso é único e requer avaliação individualizada.